Tirando Chorão admiro bastante essa banda e quero que vcs meus leitores escutem as musicas ... Recomendação do dia
-Pra ser sincero ( Curtam )
Engenheiros do Hawaii é uma banda brasileira de rock, formada em 19851
na cidade de Porto Alegre por Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos
Stein (guitarra), Marcelo Pitz (baixo) e Carlos
Maltz (bateria) , que alcançou grande popularidade com suas canções
irônicas e críticas. Antes de chegarem à sua formação atual, a banda passou por
algumas mudanças de formação, sendo Gessinger o último integrante da formação
original a permanecer na banda até a "pausa" ocorrida em 2008 2
.
Trajetória
Os primeiros anos (1984 – 1989)
Quatro
estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS - Humberto
Gessinger (vocal e
guitarra), Carlos
Stein
(guitarra), Marcelo
Pitz (baixo)
e Carlos
Maltz
(bateria) - resolveram formar uma banda apenas para uma apresentação em um
festival da faculdade, que aconteceria por protesto à paralisação de aulas. O
primeiro show da banda foi em 11 de janeiro de 1985.3
Escolheram o nome Engenheiros do Hawaii para satirizar os estudantes de engenharia que andavam com bermudas de surfista, com quem tinham uma certa rixa.
Começaram a surgir propostas para novos shows e, após, algumas apresentações em
palcos alternativos de Porto Alegre juntamente com uma série de
shows pelo interior do Rio Grande do Sul. A banda, em menos de quatro
meses de carreira já consegue gravar duas músicas na coletânea Rock
Grande do Sul (1985)
com diversas bandas gaúchas, em razão de uma das bandas vencedoras do concurso
adicionador à coletânea ter desistido da participação do álbum na última hora.
Quando a banda seguiu com seus ensaios, durante a greve da faculdade, Carlos Stein realizou uma viagem, o que
acabou inviabilizando sua permanência no grupo, e, tempos depois, ele passa a
integrar a banda Nenhum de Nós. Meses passaram, e os
Engenheiros do Hawaii gravam o seu primeiro álbum: Longe Demais das Capitais, em 1986. O norte musical do disco apontava para
um som voltado à música
pop, muito
próximo ao ska de bandas como o The Police e Os
Paralamas do Sucesso.
Destacam-se as canções "Toda Forma de Poder", que foi tema da novela Hipertensão da Rede Globo e "Segurança", além de
"Sopa de Letrinhas" e "Longe Demais das Capitais".
Antes de
começarem as gravações do segundo disco, Marcelo Pitz deixa a banda por motivos
pessoais. Com Gessinger assumindo o baixo, entra o guitarrista Augusto Licks, que havia trabalhado com Nei Lisboa, conhecido músico gaúcho. Os
Engenheiros lançam o disco A Revolta
dos Dândis, em
1987. A banda muda o direcionamento temático, iniciando uma trilogia baseada no
rock
progressivo, com
discos com repetições de temas gráficos e musicais e letras em que ocorre a
auto-citação. Os arranjos musicais são influenciados pelo rock dos anos 60, as letras são críticas, com
ocorrência de várias antíteses e paradoxos e aparecem citações literárias de filósofos, como Albert Camus e Jean-Paul Sartre. Destaque para os hits
"Infinita Highway", "Terra de Gigantes", "Refrão de
Bolero" e a faixa título, dividida em duas partes. Começam os shows para
grandes plateias nos centros urbanos do país, como o festival Alternativa Nativa, realizado entre 14 e 17 de
junho de 1987. A partir desta data, os Engenheiros encheriam ginásios e
estádios pelo Brasil afora. Porém, houve polêmicas e a banda chegou mesmo a ser
acusada de elitista e fascista pelo conteúdo de suas letras. As polêmicas se
intensificaram quando membros da banda se apresentaram com camisetas estampadas
com a Estrela
de Davi e a Suástica. O disco seguinte, Ouça o que Eu Digo: Não Ouça Ninguém, de 1988, pode ser visto como
uma continuidade do anterior, tanto pelo trabalho da capa do álbum como pelo
tema e estilo de suas canções. Destaque para as músicas "Somos Quem
Podemos Ser", "Cidade em Chamas", "Tribos &
Tribunais", a faixa-título e "Variações Sobre o Mesmo Tema",
esta última uma homenagem à banda Pink Floyd, com sua estética progressiva e
dividida em três partes. O álbum também marca a saída dos Engenheiros da cidade
de Porto
Alegre, indo
morar no Rio de Janeiro. Consolidada a nova formação, os
Engenheiros lançam Alívio Imediato, de 1989, quarto disco da banda
e o primeiro registro ao vivo. Suas canções mostram uma retrospectiva de suas
principais canções e as novas perspectivas a serem incorporadas, em especial o
som mais eletrônico, presente na faixa título e na música "Nau à Deriva",
ambas gravadas em estúdio e as demais gravadas ao vivo no Canecão, no Rio de Janeiro.
Mudança para o Rio de Janeiro (1990 – 1993)
O disco
seguinte, O Papa é
Pop, de 1990
consolida a mudança de sonoridade da banda. Puxados pelo sucesso "Era um Garoto Que Como Eu Amava
os Beatles e os Rolling Stones", regravação de uma velha canção do grupo Os
Incríveis (por sua
vez versão da canção "C'era un ragazzo che come me amava i Beatles e i
Rolling Stones" de Gianni Morandi), e a faixa-título, o quinto disco dos
Engenheiros investe no som progressivo, calçado nos solos de guitarra de Licks
e em uma base mais eletrônica de teclados e bateria. Gessinger passa a assumir
também os teclados da banda e começam a surgir as baladas de piano e voz da
banda. São dele as canções "Anoiteceu em Porto Alegre", "O
Exército de um Homem Só" (dividida em duas partes), "Pra Ser
Sincero" e "Perfeita Simetria" (versão alternativa da canção
"O Papa é Pop"). Em meio aos novos sucessos, uma antiga canção,
"Refrão de Bolero", oriunda do segundo disco, A Revolta dos Dândis,
também era bastante executada pelas rádios. Aclamados pelo público e
massacrados pela crítica, os Engenheiros do Hawaii consagram-se no Rock in Rio II, arrancando elogios do jornal
americano New York
Times, apesar
de ignorados pela Folha de
São Paulo. O ano
de 1991 marca o lançamento do sexto disco, Várias
Variáveis, que
completa a trilogia iniciada no segundo e terceiro discos da banda. Há redução
dos efeitos eletrônicos e a retomada de um som mais rock 'n' roll, mas não
repete o mesmo sucesso do anterior, mesmo tendo a canção "Herdeiro da
Pampa Pobre", regravação de um antigo sucesso de Gaúcho da
Fronteira,
bastante executada nas rádios. Este é um dos discos que contém as melhores
letras do grupo, porém, o som não é o forte do álbum, sendo o mesmo questionado
hoje até pelo próprio Gessinger. Pode-se dizer que foi um disco seminal, pois
canções como "Piano Bar", "Muros & Grades" e "Ando
Só", em regravações em outros discos, estabeleceram-se como algumas das
melhores da banda. No ano seguinte, 1992, é lançado o sétimo disco, Gessinger, Licks & Maltz, ou GLM, inspirado no
famoso logotipo ELP de Emerson, Lake & Palmer.
O som
continua mesclando elementos de MPB e rock progressivo, com destaque para as canções
"Ninguém = Ninguém", "A Conquista do Espaço", "Pose
(Anos 90)" e "Parabólica", canção que Gessinger fez em homenagem
a sua filha Clara, nascida em fevereiro do mesmo ano. O oitavo disco dos
Engenheiros é o semi-acústico Filmes de Guerra, Canções de Amor, de 1993, gravado ao vivo na Sala
Cecília Meireles, no Rio
de Janeiro. A banda considerava este disco como acústico, pois condicionava tal
formato à ausência de bateria e às guitarras semi-acústicas. Na época não
existia a febre de acústicos gravados pelos grandes nomes nacionais, o que
denota o caráter visionário da banda. O disco foi gravado ao vivo por uma
decisão da banda de gravar um álbum ao vivo a cada três álbuns, uma ideia da
banda Rush, que faz o mesmo. Com guitarras
acústicas, percussão, piano, acordeão e participação da Orquestra Sinfônica Brasileira em três faixas, regida por Wagner Tiso, as velhas canções – como
"Muros & Grades", "O Exército de um Homem Só" e
"Crônica" – e novas composições – como "Mapas do Acaso" e
"Quanto Vale a Vida?", ganharam arranjos que apontavam para o blues, a música
tradicionalista e a erudita, ressaltando a excelente
qualidade das letras dos Engenheiros do Hawaii. A banda chegou a participar,
ainda no mesmo ano, do festival Hollywood Rock Brasil, junto com os brasileiros
do Biquini
Cavadão, De Falla, Dr. Sin e Midnight Blues Band. Entretanto não foram bem
recepcionados e receberam muitas vaias. Eles se apresentaram no mesmo dia de L7 e Nirvana. O ano de 1993 marca também a
primeira excursão dos Engenheiros pelo Japão e Estados Unidos. Porém, no final deste mesmo
ano, discussões e rixas internas acabaram por resultar na saída do guitarrista
Augusto Licks. Inicia-se uma longa disputa jurídica pela marca
"Engenheiros do Hawaii", tendo Gessinger e Maltz finalmente ficado
com o nome da banda.
Tempos de tempestade e Gessinger Trio (1994 – 2000)
O passo
seguinte foi remontar os Engenheiros, com a entrada do guitarrista Ricardo Horn. Posteriormente, também ingressam na banda: Paolo Casarin (acordeom e teclados) e o guitarrista Fernando Deluqui (ex-RPM). Após dois anos sem gravar, os
Engenheiros lançam em 1995 o álbum Simples
de Coração. O som é
mais pesado, com climas regionais gaúchos dados pelo acordeão de Casarin.
Destaque para as canções "A Promessa", "A Perigo",
"Lance de Dados", "Ilex Paraguariensis" e "Simples de
Coração". Havia ainda a canção "O Castelo dos Destinos
Cruzados", em que o baterista Maltz assume os vocais. O disco Simples
de Coração também teve uma versão em inglês, que não chegou às vendas. Os
fãs mais assíduos têm apenas as MP3s. Paralelamente às gravações do Simples de
Coração, Gessinger monta o trio "33 de Espadas", para tocar
música instrumental. Ao fim da turnê de Simples de Coração, a banda
passou por uma grave crise, pois a formação "quinteto" era
temporária. Longe do sucesso de outros tempos, os Engenheiros começam a pensar
em seguir outros caminhos. O "33 de espadas" faz sua estréia já com a
formação que viria se chamar "Humberto Gessinger Trio", tendo Luciano Granja na guitarra e Adal Fonseca na bateria. O grupo lançou o
disco, também intitulado "Humberto Gessinger Trio" (HG3), em 1996. O
clima enxuto do disco, basicamente com bateria, baixo e guitarra, lembra os
primeiros trabalhos de Gessinger, como exemplificam as canções "Vida
Real", "Freud Flintstone", "De Fé" e "O
Preço". Paralelo a esse fato, Carlos Maltz envolve-se numa trilha mística
e resolve abandonar os Engenheiros. A partir daí, o baterista monta o grupo
"A Irmandade". Durante a turnê do Humberto Gessinger Trio, há uma
constante troca de nome das bandas. Os shows que deveriam ser anunciados como
HG3 ainda eram apresentados como Engenheiros do Hawaii.
A verdade
é que para um produtor anunciar um show dos Engenheiros do Hawaii, banda
nacionalmente conhecida era muito mais fácil e rentável que apresentar como
Humberto Gessinger Trio, nome absolutamente desconhecido. Reconhecendo que era
inviável seguir com o nome da nova banda, Gessinger volta a admitir-se como um
Engenheiro do Hawaii. Para que haja alguma diferença entre o HG3 e o
"novo" Engenheiros do Hawaii, ele convida Lúcio Dorfmann a assumir os
teclados do grupo, configurando um novo som ao grupo, bem próximo ao pop que
predominava no mercado musical da época. O disco Minuano, de 1997, marca
a volta dos Engenheiros do Hawaii com este nome. O álbum mescla influências
regionalistas, tecnologia e que conta com arranjos de violino que lembram o folk, tornam este o disco mais leve e com a sonoridade
mais vaga da banda. Emplaca o sucesso "A Montanha", além de outras
belas canções como "Nuvem", "Faz Parte" e
"Alucinação", uma cover para uma antiga canção de Belchior. O disco ainda marcou a saída
dos Engenheiros do Hawaii da BMG. A saída se deu com o lançamento de um box em
formato de lata, intitulado Infinita Highway, contendo o relançamento de
todos os dez discos da banda até então. Todos foram remasterizados, com exceção
dos dois últimos (Simples de Coração e Minuano foram gravados já
para o formato CD). ¡Tchau Radar!, de 1999, marca a entrada dos
Engenheiros para a Universal
Music Group e exibe
uma maior maturidade do grupo, onde as influências musicais da banda ficam mais
evidentes (folk
rock, rock'n roll dos anos 60, rock progressivo e MPB) com
belas composições de Gessinger, como "Eu Que Não Amo Você",
"Seguir Viagem" e "3 X 4" além de duas covers:
"Negro Amor" ("It's All Over Now Baby Blue", de Bob Dylan) e "Cruzada" (de Tavinho Moura e Marcio Borges), esta contando com arranjos de orquestra, como é
comum em várias faixas do álbum.
Nova fase (2000 – 2003)
Da turnê
de ¡Tchau Radar!, surgiu o terceiro disco ao vivo da banda, e o décimo
segundo de sua carreira: 10.000 Destinos. Novamente, Gessinger repassa o
repertório consagrado da banda em novas versões divididas em um set acústico e
um elétrico e conta com a participação de Paulo Ricardo, cantando "Rádio
Pirata" do RPM, e do gaiteiro Renato Borghetti nas canções "Refrão de um
Bolero" e "Toda Forma de Poder". Como faixas-bônus, gravadas em
estúdio, acompanham as inéditas "Números" e "Novos
Horizontes", além da regravação de "Quando o Carnaval Chegar",
de Chico
Buarque. Alguns
meses após a apresentação no Rock in Rio III (2001), Lúcio, Adal e Luciano saem da banda e montam
outro grupo, Massa
Crítica, mudando
novamente a formação dos Engenheiros. Lúcio, Adal e Luciano são substituídos
por Paulinho Galvão (guitarra), Bernardo Fonseca (baixo) e Gláucio Ayala (bateria). Gessinger volta a
tocar guitarra, após 14 anos responsável pelo contrabaixo dos Engenheiros. Com
essa nova formação eles regravam algumas músicas da banda e lançam uma
re-edição de seu último disco, agora intitulado 10.001 Destinos. Duplo,
traz as mesmas faixas do disco precursor, e novas versões de estúdio das
canções "Novos Horizontes", "Freud Flinstone", "Nunca
Se Sabe", "Eu Que Não Amo Você", "A Perigo",
"Concreto e Asfalto" e "Sem você".
Começava
com esta formação, seguindo novamente o mercado musical (quando bandas mais
pesadas começaram a ter mais espaço), de som mais limpo e pesado. Isso se
confirma em 2002, com o lançamento do disco Surfando Karmas & DNA,
disco que consolida a nova fase da banda, e que tem a participação especial do
ex-Engenheiros Carlos Maltz na faixa "E-stória". São destaques do
disco a faixa título e as canções "Terceira do Plural",
"Esportes Radicais", "Ritos de Passagem" e "Nunca
Mais". Há influência do punk rock e pop rock nas novas canções. O disco
seguinte, Dançando no Campo Minado, de 2003, mantém a regra: sonoridade muito similar
ao seu antecessor com músicas curtas, guitarras pesadas e poesia crítica de
Gessinger denunciando os males da globalização, da desilusão política e
ideológica e da guerra, nas canções "Fusão a Frio", "Dançando no
Campo Minado", "Dom Quixote" e "Segunda Feira
Blues" (partes I e II, esta última novamente com a participação de Carlos
Maltz), porém, convivendo com um certo otimismo na parte mais emotiva da vida.
Emplaca nas rádios a canção Até o Fim.
Acústico MTV e Acústico II: Novos Horizontes (Turnês Acústicas) (2004 – 2008)
Para
comemorar os vinte anos de banda, completados em 2005, os Engenheiros do Hawaii
lançaram o CD e DVD Acústico MTV. O acústico tem as participações especiais dos
músicos Humberto Barros (órgão
Hammond) e Fernando Aranha (violões). Este último já havia
feito uma participação especial no disco anterior. O disco se diferencia dos
demais por não trazer participações especiais, apenas "fraternais": Clara
Gessinger, filha de Humberto, divide os vocais com o pai na canção Pose
(executada com parte da letra cortada) e Carlos Maltz, co-fundador e ex-baterista dos
Engenheiros, que canta junto com Gessinger a canção Depois de Nós, de
sua autoria. Além dos grandes sucessos, como Infinita Highway, Somos
Quem Podemos Ser e O Papa é Pop e das canções recentes, como Surfando
Karmas & DNA e Até o Fim, o disco traz as canções O Preço
e Vida Real, ambas do álbum Humberto
Gessinger Trio. Por
fim, acrescentam-se ainda as canções inéditas "Armas Químicas e
Poemas" e "Outras Frequências". Durante a turnê do Acústico,
Paulinho Galvão deixa a banda e seu posto é assumido por Fernando Aranha. Nos
teclados, por sua vez, o jovem Pedro Augusto assume o lugar de Humberto Barros,
que já fazia parte da banda de apoio do Kid Abelha.
O novo
disco, Acústico II: Novos Horizontes, foi gravado nos dias 30 e 31 de
maio de 2007, em São Paulo, no Citibank Hall, e foi lançado em agosto de 2007
com nove faixas inéditas, além de nove regravações. O disco quebrou a seqüencia
de a cada 3 discos em estúdio, ser gravado um "ao vivo". Também foi
palco de novas experiências para Gessinger, como a viola caipira que usa em algumas músicas do
álbum. Segundo ele, se tivesse que rever todas as obras dos Engenheiros do
Hawaii, 'Novos Horizontes' é o que não mexeria em nada. Destaque maior para
as faixas inéditas "Guantánamo", "Coração Blindado",
"No Meio de Tudo, Você" e "Quebra-Cabeça". No fim de 2007,
o então baixista Bernardo
Fonseca sai da
banda e Humberto
Gessinger assume o
baixo. Desde então a banda voltou a utilizar guitarras em seus shows. No ano de
2008, após shows pelo Brasil inteiro, a banda termina a turnê acústica,
começada em 23 de julho de 2004 com o lançamento do Acústico MTV.4
.
Atividades interrompidas
Junto com
a turnê terminam, pelo menos temporariamente, as atividades dos os Engenheiros
do Hawaii. O vocalista e líder da banda, Humberto
Gessinger declarou
no site oficial da banda que os planos de retorno da
banda são somente no ano de 2013. Lembrando que já é a quarta vez que Gessinger
adia o retorno dos Engenheiros. Entre 2008 e 2012 Gessinger se dedicou ao Pouca Vogal, parceria com Duca Leindecker, vocalista do Cidadão Quem. Juntos eles cantavam novas
baladas e grandes sucessos de suas bandas. Também lançou 5 livros:Meu
Pequeno Gremista, Pra Ser Sincero - 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema
no final de 2009, Mapas do Acaso - 45
Variações Sobre Um Mesmo Tema em fevereiro de 2011, o livro Nas Entrelinhas do Horizonte em abril de 2012 e o livro Seis
Segundos de Atenção em agosto de 2013. Em setembro de 2013 Humberto
Gessinger lançou
seu primeiro álbum solo, o Insular.
Formações
Humberto
Gessinger é o único integrante da fundação do grupo que conseguiu sobreviver a
todas as mudanças de formação ocorridas durante toda a trajetória da banda.